Imagine uma rede que possua Internet, com um link de 2 Mb/s, e 50 máquinas. Exemplos atuais: prédios, pequenas empresas, lan houses etc. Imagine ainda que nessa rede possa ser utilizado qualquer tipo de programa de acesso à Internet.
Numa rede liberal, programas como o EMule ou o Kazaa poderão causar um enorme congestionamento. Um único EMule instalado em um computador da rede poderá abrir dezenas de conexões simultâneas. Com isso, caso algum outro usuário, em outro computador, deseje visitar o GMail, por exemplo, teremos uma máquina, estabelecendo uma conexão, lutando contra outro computador com 60 conexões (apenas um exemplo). Teremos, em outras palavras, 01 contra 60. É óbvio que haverá uma grande desvantagem para um dos dois. Isso ocorre porque, da forma como o Kernel Linux trabalha, normalmente, os pacotes são enfileirados em um buffer e saem na mesma ordem em que chegaram (FIFO, para os mais experientes). Aumentar o link, ao contrário do que muitos desinformados pensam, não resolveria o caso, pois só estaríamos dando mais “poder de fogo” ao usuário do EMule e continuaríamos sendo o 60º da fila. O que fazer então? Três soluções possíveis:
- Bloquear o EMule, tornando-se um administrador radical e forçando o usuário de tal programa a achar uma forma de burlar o controle (sempre há uma forma de fazer isso). Ainda, o EMule foi bloqueado mas outros programas similares não. Existem centenas deles.
- Controlar o tráfego da rede (na sua área do cliente no site da Ruralweb)
- Utilizando um software de controle de conexões e banda
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